domingo, 20 de julho de 2014

Capitalismo para principiantes

Livro:  NOVAES, C. E.      RODRIGUES, V.      Capitalismo para principiantes.
           São Paulo: Ática, 1986.   13ª edição       Coleção de Autores Brasileiros - 86

O livro possui várias ilustrações (similar ao HQ).
Apresenta entre outros: capitalismo, industrialização, multinacionais, alienação (Capítulo 15) e ideologia (capítulos 16, 17 e 18).

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Osamu Tezuca

Livros:   TOSHIO, B.   Osamu Tezuca: uma biografia mangá.
tradução: SADA, A.     São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2004.   www.conradEditora.com.br
(título original: Tezuka Osamu Monogatari,  2003.)
              volume 1 - O nascimento de Osamushi.   (1928-1945)
              volume 2 - O surgimento do mestre.        (1945-1960)
              volume 3 - O sonho do artista.                (1960-1975)
              volume 4 - A consagração do gênio.       (1975-1989)

Os livros narram a trajetória do mangaká Osamu Tezuca criador de:  "Astro Boy", "A princesa e o cavaleiro", "Kimba, o Leão Branco", "Metropolis", "Crime e castigo", "O embaixador atom", "Lulu no novo mundo."  ...

O Livro Monstro do Mangá

Livro:  ROSA, D. de   Mangá: o livro monstro do mangá.
São Paulo: Editora Escala, 2009.   www.escala.com.br
(Título original: the monster book of manga. 2005. Barcelona Espanha)

estúdio Joso
"Cada ilustração é dividida em seis estágios de seu desenho ..."
"... enfatizar a leveza do desenho, a harmonia dos traços, os detalhes dos acabamentos, a sutileza da colorização e, principalmente, a expressão facial, todos itens de extrema importância dentro do gênero mangá."


Livro:  GARCIA, A.   Novo Curso de Mangá.
São Paulo: Editora Escala, 2012.   www.escala.com.br

domingo, 4 de maio de 2014

domingo, 27 de abril de 2014

Letramento

Livro:    SOARES, M.    Letramento: um tema em três gêneros.    Belo Horizonte: Autêntica, 2006.    128 páginas    2ª Ed.    11ª reimpressão    (1998)    Coleção Linguagem & Educação    www.autenticaEditora.com.br  

CEALE  -  Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (1991) da Faculdade de Educação da UFMG

Analfabetismo:  “é o estado ou condição de analfabeto”   
Analfabeto:  “é o que não sabe ler e escrever”, ou seja, é o que vive no estado ou condição de quem não sabe ler e escrever;   
Letrado:  “versado em letras, erudito”    
 iletrado:  “é aquele que não tem conhecimentos literários” e também o “analfabeto ou quase analfabeto”   
Letrar-se:  “adquirir letras ou conhecimentos literários”  

Literacy: é o estado ou condição que assume aquele que aprende a ler e escrever. Implícita nesse conceito está a ideia de que a escrita traz conseqüências sociais, culturais, políticas, econômicas, cognitivas, lingüísticas, quer para o grupo social em que esteja introduzida, quer para o indivíduo que aprenda a usá-la.
página 18   "... tornar-se alfabetizado, adquirir a “tecnologia” do ler e escrever e envolver-se nas práticas sociais de leitura e de escrita – tem conseqüências sobre o indivíduo, e altera seu estado ou condição em aspectos sociais, psíquicos, culturais, políticos, cognitivos, lingüísticos e até mesmo econômicos; do ponto de vista social, a introdução da escrita em um grupo até então ágrafo tem sobre esse grupo efeitos de natureza social, cultural, política, econômica, lingüística. O “estado” ou a “condição” que o indivíduo ou o grupo social passam a ter, sob o impacto dessas mudanças, é que é designado por literacy." 

Letramento é o resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever; é o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita.

página 23    Letramento:    As habilidades de ler, compreender e usar textos em prosa, como editoriais, reportagens, poemas, etc.  e de localizar e usar informações extraídas de mapas, tabelas, quadros de horários, etc.    fazer uso de diferentes tipos de material escrito, compreendê-los, interpretá-los e extrair deles informações 
Letramento: a capacidade de fazer uso da escrita.  

páginas 24 e 25    "Uma última inferência que se pode tirar do conceito de letramento é que um indivíduo pode não saber ler e escrever, isto é, ser analfabeto, mas ser, de certa forma, letrado (atribuindo a este adjetivo sentido vinculado a letramento). Assim, um adulto pode ser analfabeto, porque marginalizado social e economicamente,mas, se vive em um meio em que a leitura e a escrita têm presença forte, se se interessa em ouvir a leitura de jornais feita por um alfabetizado, se recebe cartas que outros lêem para ele, se dita cartas para que um alfabetizado as escreva (e é significativo que, em geral, dita usando vocabulário e estruturas próprios da língua escrita), se pede a alguém que lhe leia avisos ou indicações afixados em algum lugar, esse analfabeto é, de certa forma, letrado, porque faz uso da escrita, envolve-se em práticas sociais de leitura e de escrita. Da mesma forma, a criança que ainda não se alfabetizou, mas já folheia livros, finge lê-los, brinca de escrever, ouve histórias que lhe são lidas, está rodeada de material escrito e percebe seu uso e função, essa criança é ainda “analfabeta”, porque não aprendeu a ler e a escrever, mas já penetrou no mundo do letramento, já é, de certa forma, letrada. Esses exemplos evidenciam a existência deste fenômeno a que temos chamado letramento e sua diferença deste outro fenômeno a que chamamos alfabetização, e apontam a importância e necessidade de se partir, nos processos educativos de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita voltados seja para crianças, seja para adultos, de uma clara concepção desses fenômenos e de suas diferenças e relações."

Letramento: o estado ou condição de quem interage com diferentes portadores de leitura e de escrita, com diferentes gêneros e tipos de leitura e de escrita, com as diferentes funções que a leitura e a escrita desempenham na nossa vida.  


Poema:                                   O que é letramento ?  
                                                                              Kate M. Chong   
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade
nem um martelo
quebrando blocos e gramática.
                Letramento é diversão
                é leitura à luz de vela
                ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente,
o tempo, os artistasda TV
e mesmo Mônica e Cebolinha
nos jornais de domingo.
                É uma receita de biscoito,
                uma lista de compras, recados colados na geladeira,
                um bilhete de amor,
                telegramas de parabéns e cartas
                de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
                É um atlas do mundo,
                sinais de trânsito, caças ao tesouro,
                manuais, instruções, guias,
                e orientações em bulas de remédios,
                para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
e de tudo que você pode ser.   
McLAUGHLIN, M. & VOGT, M. E.    Portfolios in Teacher Education.    Newark, De:  International Reading Association, 1996. 

sábado, 22 de março de 2014

BATRA - Bauru Transparente

www.batra.org.br

"A BATRA é uma ONG sem fins lucrativos ou político partidário, cujos principais objetivos são a defesa da probidade na administração pública e o desenvolvimento do senso de cidadania."
"Para alcançar suas finalidades, atua de acordo com os seguintes princípios:
- não percepção de recursos de origem pública;
- custeio integral das despesas da entidade com recursos oriundos de doações de pessoas físicas, membros ou não da BATRA, e pessoas jurídicas de direito privado."    (Sítio eletrônico acessado em 22/03/2014.)



Livro:  Cidadania Consciente no Regime Democrático.
Bauru: Edite, 2012.  1ª edição. 80 páginas        www.transgrafica.com.br
Edite: Editora da Instituição Toledo de Ensino   www.ite.edu.br 

"O Estado exige do cidadão que entregue parte de seus rendimentos com uma finalidade definida: a promoção do bem-estar e da segurança dos cidadãos tutelados por esse mesmo Estado."
"Cabe assim, ao cidadão, exigir do Estado e de seus agentes, que tais recursos cheguem ao seu destino, sob pena desse mesmo Estado perder sua razão de ser e sua legitimidade diante dessa comunidade."

"Mas como se dá o controle dos gastos públicos e como a sociedade pode participar ativa e diretamente desse processo ?"