quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Literatura de Cordel

Livro:  Breve história da Literatura de Cordel.   
Marco Haurélio.   São Paulo: Claridade, 2010.  
Coleção Saber de Tudo.   www. claridade. com. br


Leituras do Professor  -  S.E.E.-S.P.  -  FDE

sábado, 21 de julho de 2012

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS.

Uma obra de ficção inglesa publicada em 1945.
É uma fábula. A obra foi escrita por Eric Arthur Blair: 1903 - 1950   (pseudônimo: George Orwell).

"... Fechai os ouvidos quando vos disserem que o Homem e os animais têm interesses comuns, que a prosperidade de um é a prosperidade dos outros. É tudo mentira. O Homem não busca interesses que não os dele próprio. Que haja entre nós, animais, uma perfeita unidade, uma perfeita camaradagem na luta. Todos os homens são inimigos, todos os animais são camaradas."

"Os burros vivem muito tempo. Nenhum de vocês jamais viu um burro morto."

"Os princípios do Animalismo em Sete Mandamentos

Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
O que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo. 
Nenhum animal usará roupa. 
 Nenhum animal dormirá em cama.
Nenhum animal beberá álcool.
Nenhum animal matará outro animal.
Todos os animais são iguais. "

Esta fábula pode ser usada para iniciar uma discussão sobre os temas: comunismo, socialismo, capitalismo, regime político, guerra fria, igualdade, liberdade, trabalho e distribuição de riquezas. 

domingo, 15 de julho de 2012

MÁRIO QUINTANA


MÁRIO QUINTANA
http ://www .youtube .com/ watch?v=QmkF-6ujW7Y&feature=related


CERTEZAS   (Mário Quintana)
http :// www .youtube .com/ watch?v=QeH90f3CSNc

Mário Quintana
http :// www .youtube .com/ watch?v=WQ7mCLujKak
Em memória de Cecília Meirelles. 


VELHA HISTÓRIA  -  do poema de Mário Quintana 
http :// www .youtube .com/ watch?v=M8FC1hpL3Fk&feature=related


Mário Quintana  -  Ah! O amor ...  -  Texto Maravilhoso !  
http: //www. youtube.com/ watch?v=yYkV-1pER1g&feature=related


LEMBRETE ...    Mário Quintana  
http :// www .youtube .com/ watch?v=d0qBWLppIiM&feature=fvwrel

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Neste curso aprendi quais são os elementos constituintes dos gêneros: o conteúdo temático, a forma composicional e o estilo. Com relação à leitura e escrita, eu aprendi o significado de letramento e a sua importância simultânea na aquisição da alfabetização em língua portuguesa (língua materna). Também refleti sobre texto, leitura, interpretação e produção de texto, como resultado do processo do letramento. Aprendi que o uso do dicionário de língua portuguesa deve ser realizado em todas as disciplinas independente da série, assim como a prática da leitura, como forma de garantir o letramento dos alunos nas diversas disciplinas e na cultura geral (o legado historicamente construído). Eu aprendi neste curso e em conjunto com outro curso a distância (ProInfo) a participar e a construir um diário eletrônico em ambiente eletrônico público (internet): o “blog”. Também aprendi alguns elementos existentes no ambiente da internet: hipertexto, correio eletrônico (e-mail), sala virtual de diálogos (chat), fórum, preenchimento de formulários eletrônicos, ...

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Gêneros Textuais

Os gêneros textuais são característicos nos diversos contextos em que circulam. Conhecer os diversos gêneros textuais pode favorecer a todo professor ampliar as estratégias de leitura com seus alunos, assim como aumentar seu potencial para lidar com as situações de produção de textos em sala de aula. Isso ajuda o aluno a perceber que os textos estabelecem relação com a vida. O texto é muito mais do que um elemento que se constrói para ser avaliado pelo professor.


Gênero textual: conversa ao telefone


- Trim... Trim... Trim... Trim...
- Alô. Isso é hora de ligar, ainda é cedo...
-Alô, Lais é você?
-É. Quem  fala?
- Sou eu, Janaina.
- O que você tem, que está tão afobada?
- Você não imagina... Hoje eu acordei com um barulho... Então abri os olhos e fui consultar as horas... Quatro e quinze...
- Sim e aí?
-Aí, que o barulho foi alto e eu acordei... Levantei, fui ao banheiro porque eu estava apertada...  e ainda estava tentando adivinhar o que tinha sido aquele barulho...
- Tá, mas o que era o tal barulho então?
- Eu ainda não sabia... mas como tudo parecia calmo... eu ainda tive tempo de escovar os dentes...
- Ai ai ai ai ai... e você me liga pra contar isso... Vá dormir... ainda é cedo!
- Não... do pior você não sabe!
- Sei... pra você tudo vira tempestade mesmo!
- Não, não... dessa vez é diferente!
- Então tá. Fala logo.
- Então, quando  eu estava lavando o rosto... em questão de segundos,  a campanhia tocou, acredita?
- E quem era, a essa hora?
- Isso é que eu não sei...
- Como não sabe?
- É que não tive coragem de ir atender a porta...
- Ué, então, volta pra cama e dorme...
- Não, você não está entendendo...
- O que é que eu não estou entendendo, Janaina?
- Eu acho que aconteceu alguma coisa...
- Então, vá lá ver!
- Mas eu estou com medo... Você fica comigo na linha?
- Ai, ai, ai... Fico...
- Espera ai que eu vou enxugar meu rosto.
- Ai, como você é lerda... Vai logo!
- Tá bem... Estou saindo do banheiro agora...
- Janaina, você vai ver que  não é nada... para de ser boba, vai!
- Ai, e agora?
- Agora o quê?
- Agora, que eu cheguei na porta e estou com medo de abrir...
- Abre logo, que coisa!
- Qualquer coisa, me prometa que vem me salvar?
- Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii! Estou perdendo a paciência e o sono que ainda restava...
- Estou com medo!
- Janaina, se não for nada... você me paga... eu demorei tanto para dormir essa noite...
- Vou abrir...
- Então abre...
- Abri. Ai meu Deus!!!!!!!!! Ai meu Deus!!!!!!!!!!!!
- O que que foi?
- Tem um homem caído aqui!
- Um homem?
- É. Um homem!  Está caído aqui na soleira...
- E aí, perto de você? Tem mais alguém???
- Não, está tudo quieto... Não tem ninguém no corredor...
- E o homem está morto ou só está desmaiado?
- Não sei... como vou saber????
- Cutuca ele...
- Tá,  Vou abaixar... Ai, mas estou com medo...
- Medo de quê?
- De ele me pegar...
- Anda! Para de enrolar...  Abaixa logo!
- Está bem! Aiiiiiii.
- Ai o quê?
- Está gelado! Acho que está morto...
- Por que você acha que ele está morto?
- Porque ele está muito frio e duro...
- Nossa! Não estou acreditando...
- O que é que eu faço agora?
- Chama a polícia, é óbvio!
- Mas como é que eu vou explicar que tem um cadáver na porta da minha casa?
- Explicando, ué!
Laís Vieira Viajante

Um dia tumultuado
"Hoje um dia como qualquer outro acordei mais cedo com o telefone tocando. Fui até lá e: - Alô! Do outro lado da linha, meu amigo José parecia muito assustado: - Bom dia Carlos, tudo Bom? Você na sabe o que aconteceu agora... Tentei recuperar a tranquilidade e respondi: - Bom dia José, o que aconteceu? Por que você está tão afobado? Ele, ainda muito nervoso, - Levantei hoje de manhã e, como de costume, fui ao banheiro e tive que sair de lá rapidamente pois a campainha estava tocando... E, assim que abri a porta vi um homem caído na soleira... E só estava ele ali, na minha porta... Não tinha mais ninguém no corredor. Então fique preocupado: - Mas quem era? Alguém conhecido? O que você fez? E José respondeu: - Bem, como ele estava de costas, eu abaixei-me e, quando o toquei senti que seu corpo estava frio e rígido... Imediatamente percebi que era um cadáver... Fiquei atônito e a única coisa que consegui fazer foi correr para o telefone e ligar para a polícia. Agora estou aqui, esperando a polícia, com um cadáver, que eu nem sei de onde veio, na porta da minha casa. Diante da situação respondi: - Fique tranqüilo. Aguarde a polícia que eu também estou a caminho para ajudar no que for necessário. Um abraço e até já. E agora vou para a casa do meu amigo ver em que posso ajudá-lo, pois nesses momentos temos que dar uma força não é mesmo? O dia começou tumultuado mas espero que termine bem."
Selma Feba Tesini
"- Alô !
- Você não vai acreditar no que aconteceu ! ! , falando quase aos gritos.
- O que foi ? disse ao telefone preocupado com a forma com que o meu amigo estava falando ao telefone.
- Acordei esta manhã e encontrei uma pessoa morta. , disse o meu amigo.
- Onde ? Onde você encontrou uma pessoa morta ? , perguntei.
- Eu estava no banheiro quando a campainha tocou, e então fui atender a porta. Quando abri a porta, encontrei uma pessoa caída na soleira da porta.
- Chamei a polícia pelo meu telefone. Eles pergutaram se eu conhecia a pessoa morta. Mas eu não conheço.
- Mas a pessoa morreu do que ? Qual foi a causa ? , perguntei.
- Eu não sei, não tinha sangue no chão, e não vi sangue no corpo. A polícia perguntou se eu escutei barulho de madrugada ou de manhã, mas eu não escutei nada. E aí, eles foram perguntar para os vizinhos se eles escutaram, viram ou se conheciam a pessoa morta. Já chamei o meu advogado para me acompanhar até a delegacia de polícia. Tenho que registrar o ocorrido ... mas eu não tenho nada a haver com isto.
- Colocaram um morto na minha porta ! Querem me incriminar ! , falando quase aos gritos.
- Calma, se você não conhece a pessoa, não tem como alguém incriminar você. Fique calmo para poder conversar com o delegado de polícia. Em qual delegacia você vai ?
- Ainda não sei, estou esperando o advogado chegar. Os policiais disseram que posso esperar a chegada dele para ir até lá.
- Eu preciso desligar. Telefona para dizer o que está acontecendo, se precisa de algo.
- Tudo bem. Tchau !
- Tchau !"
Ségio Akio Ara Bueno

"UM CORPO NA MINHA PORTA
-Alo!
-Alo! Cidinha é você amiga? estou precisando muito da sua ajuda!
- O que foi que aconteceu?
-Hoje não comecei bem o meu dia!
-O que foi, você esta me deixando assustada.
- Tá bom vou te contar:
- Acordei, abri os olhos, olhei para o relógio de cabeceira eram 6 horas e trinta minutos. Levantei, fui ao banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto.Ai ouvi a campainha tocar. Enxuguei o rosto correndo.Sai do banheiro e fui até a porta, destranquei a fechadura e abri a porta.
- E dai fala logo o que aconteceu!!!?
- Tem um corpo caído na soleira!
- O quê?
- È isso mesmo, olhei em volta não tinha ninguem no corredor, mas alguem deixou um corpo aqui na minha porta.
- Tá bom fica calma, volta lá e verifique se ele esta morto.
- Como!!!?
- Toca nele vê se ele esta frio...
-Tá bom espera ai.... Já toquei e ele esta gelado morto, morto de verdade!!!
- Então presta atenção liga para a central da polícia, que eu já estou a caminho, tá bom amiga?
- Tá bom, mas vem logo!!! eu estou com muito medo....
- Fique tranquila estou chegando, até já."
Maria do Amparo Correa

Depoimentos de Leitura e Escrita

"Minhas experiências com a leitura e a escrita, se deram desde muito cedo na infãncia. Minha mãe me alfabetizou com 4 anos e desde então nunca mais parei de ler. Sempre gostei de frequentar bibliotecas e comprar livros. Tanto é que até hoje, esse é um hábito do qual não me desvencilhei. Particularmente, considero que as leituras que fiz contribuíram grandemente para as opiniões e ideologias das quais me apropriei no decorrer do tempo. Invevitavelmente somos influenciados pela Leitura e pelas escolhas que fazemos em relação a isso. Durante dez anos, não tínhamos TV em casa, e morávamos numa casa muito simples sem piso. Minha mãe num artíficio de minimizar o pó, forrava o chão de toda a casa com o jornal. Nesse tempo, me lembro de ler a gazeta mercantil, mesmo sem entender muita coisa... assim como o caderno Mais da F. de São Paulo. Adquiri uma certa agilidade em relação à leitura e consequentemente em relação à escrita. Esse histórico de ler jornal, me proporcionou uma habilidade adequada na elaboração de textos mais complexos. Depois de um tempo, na faculdade comecei a trabalhar como auxiliar de pesquisa para um professor enquanto ele preparava sua dissertação de mestrado, ele percebeu minha facilidade em relacionar assuntos e em escrever e então eu é que passei a me ocupar um pouco mais da própria escrita do texto."
Laís Vieira Viajante


"Minha infância foi bem complicada no que se refere ao acesso a livros e materiais impressos. Estudei o ciclo I numa escola rural multisseriada onde a cartilha "Caminho Suave" era o material mais importante ao qual tínhamos acesso. Infelizmente seus textos não traziam um gênero interessante mas... como minha mãe era faxineira na casa da minha professora, que morava na cidade, eu a acompanhava e, lá me deliciava com a quantidade de livros infantis e gibis que havia no local. Aprendi a gostar de ler e estimular as outras pessoas. Hoje levo todo tipo de material impresso para meus alunos pois, se quisermos realmente estimular a prática da leitura temos que disponibilizar materiais interessantes e mostrar como podemos viajar para um mundo de possibilidades a partir do conhecimento."
Selma Feba Tesini



"Eu já não me recordo qual foi o primeiro livro que eu li. O livro que eu guardei como sendo o primeiro foi: "A viuvinha  e  Os cinco minutos" (José de Alencar) por indicação (aconselhando que eu deveria começar a ler livros) do meu pai provavelmente em 1986 (6ª série), mas eu devo ter lido algum outro livro antes ("A abelhinha feliz", ...).
Estou com dificuldades para recordar as emoções (sentimentos) da(s) primeira(s) leitura de livro(s). 
"A viuvinha" é a estória de um rapaz que simula a própria morte, deixando a sua esposa viúva, para "enriquecer" e saldar as suas dívidas. Já "Os cinco minutos" eu não tenho recordações.  
Na época esta leitura foi agradável e não apresentou-se como algo difícil, tornando-se para mim uma felicidade conseguir ler um livro rapidamente. Mas não me tornei um ávido leitor de livros neste momento. 
No colegial (1989 e 1990) eu li "Invasão cultural norte-americana", "Revolução cubana", "Revolução mexicana", "Os direitos do Homem (Thomas Payne)", ... 
"Os direitos do homem", embora cansativo, eu adorei pela explicação sobre o processo de construção histórica na França dos direitos inalienáveis do homem, e como as idéias relacionadas a estes direitos trafegaram entre Inglaterra, U.S.A. e França no tempo da Revolução Francesa. 
No período de 1991 a 1992, eu li alguns livros de literatura para o vestibular: "Amor de Perdição", "Viagens pela minha Terra", "Vidas Secas", e mais alguns. (Não lembro!) 
O livro "Viagens pela minha Terra" a parte inicial é um desafio de esforço, um esforço para continuar lendo toda uma descrição cansativa; mas em um determinado momento a leitura fica mais agradável. Recordo-me de ocorre uma descrição dos campo (com suas árvores, ...) durante uma viagem e uma descrição de acontecimentos de uma guerra que ocorrera em período histórico anterior. Agora o motivo da viagem eu não consigo lembrar."
Sérgio Akio Ara Bueno

Componentes do grupo


Nome do Cursista 1: Lais Vieira Viajante:  Professora de ensino fundamental e médio. Gosta muito de ler e espera que esse curso ajude a melhorar sua prática em sala de aula.
Nome do Cursista 2: Maria de Jesus Ferreira Adami: Profa. readaptada em escola estadua de Bauru, área de Biologia e Ciências.
Nome do Cursista 3: Maria do Amparo Correa: Professora de português, com formação em Letras e Pedagogia e curso de Psicopedagogia.Casada, mãe de duas filhas gêmeas e avó de cinco netos que são sua alegria. Ama viajar, ler e ir ao cinema. Quanto ao curso, sua expectativa é aumentar os conhecimentos e trocar experiencias para cada vez mais melhorar o desempenho com os alunos.
Nome do Cursista 4: Selma Feba Tesini: Professora de Educação Especial, licenciada em Pedagogia e Filosofia com Especialização em Educação Especial e Deficiência Intelectual. No momento atua como Coordenadora da rede estadual em Educação Especial.
Nome do Cursista 5: Sergio Akio Ara Bueno: Solteiro e sem filhos. Iniciou as atividades como professor no ano de 2005, na rede pública, e até 2010 atuou em 16 escolas públicas como professor substituto nas disciplinas de química, física e matemática . A partir de 2011 efetivou-se no cargo de matemática. É bacharel em química e mestre em ciências (físico-química), licenciado em Matemática e Química.  

domingo, 22 de abril de 2012

Formação de Educadores

Esse blog faz parte de um programa de formação a distância de educadores.É um curso criado para compartilhar práticas de leitura e escrita na contemporaneidade. Visite, dê sua opinião e os ajude a melhorá-lo.
Boas leituras!